Amigos(as), me afastarei este mês das postagens, mas, retornarei no começo do mês de Outubro. Deixo esta oração e meu carinho.
Bjs, em divina amizade.
Sonia Guzzi
Pimenta Alecrim Palavra - Sonia Guzzi
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Manhã
Oh manhã
de poesia,
que encontra a pedra
Oh manhã
de poesia,
que encontra a pedra
a cozinha
com seu aroma
atrevido e soberano,
seduzindo corpos indolentes.
O mundo que explode
em ruídos de veículos,
em ruídos de veículos,
imagens coloridas,
onde a realidade...
é só mais um ganha pão.
Oh manhã
acolhedora
e macia,
repleta da memória
de crianças atropeladas,
pelos lanches rápidos
e horas atrasadas,
onde...
um dia na casa vazia,
sons familiares escorregam
e impregnam
as paredes, de um tempo
que não mais existe.
Oh manhã
de incógnitas
e esperança,
que me abraça,
como a nobre e doce
senhora,
diante da água,
do trigo
e da fé,
simplesmente me entrego,
com imensa gratidão,
deslizando
na sua promessa.
Sonia Guzzi
Sonia Guzzi
domingo, 21 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Olhar feliz
Sonia Guzzi
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Selinhos
Amigos, desculpem pelos selinhos recebidos e não postados. Agradeço muito e ainda os postarei.
Obrigada pelo carinho.
Sonia Guzzi
Obrigada pelo carinho.
Sonia Guzzi
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Propósito

Gosto do vermelho da terra,
que cola na mão que trabalha,
e o evento que encerra,
a promessa que agasalha.
Gosto da rubra amoreira,
vergada, exausta em bagos,
no destino doce obreira,
ventre parido em afago.
Gosto das mãos cinzelando,
um céu escarlate em susto,
nuvens, também anjos robustos.
Gosto do olhar amoroso,
que pranteia a dor do mundo,
e acolhe em amor profundo.
Sonia Guzzi
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Ainda assim...
Entardeceu,
e já se pode ouvir os passos da noite.
As paredes outrora brancas,
agora estão enfeitadas com silêncio, mofo e fastio.
O violão no canto da sala,
com seu jeito de promessa descansa.
Entre êxtase e tédio preferiu só as lembranças.
Anoiteceu,
e as mãos descuidadas fecham as janelas.
Não haverá aroma entre mesa posta, flores e riso.
Fecha o peito,
para a brisa incipiente e temerosa,
que assopra canções novas.
O coração teimoso está preso,
na penumbra de seu próprio grito.
No alto de sua dor,
não percebe o céu generoso,
derrubando estrelas pelo chão,
na tentativa insistente,
de fazer brotar cor e beleza,
no traço inconstante de seus dias.
Enquanto isso,
a criança chora,
a coruja com seus olhos de susto,
observa no alto do poste,
as greves alardeiam seus direitos,
as guerras destroem jovens vidas,
a mulher santa abraça e abençoa,
os dois jovens trocam carícias,
os preços..........
Sonia Guzzi
e já se pode ouvir os passos da noite.
As paredes outrora brancas,
agora estão enfeitadas com silêncio, mofo e fastio.
O violão no canto da sala,
com seu jeito de promessa descansa.
Entre êxtase e tédio preferiu só as lembranças.
Anoiteceu,
e as mãos descuidadas fecham as janelas.
Não haverá aroma entre mesa posta, flores e riso.
Fecha o peito,
para a brisa incipiente e temerosa,
que assopra canções novas.
O coração teimoso está preso,
na penumbra de seu próprio grito.
No alto de sua dor,
não percebe o céu generoso,
derrubando estrelas pelo chão,
na tentativa insistente,
de fazer brotar cor e beleza,
no traço inconstante de seus dias.
Enquanto isso,
a criança chora,
a coruja com seus olhos de susto,
observa no alto do poste,
as greves alardeiam seus direitos,
as guerras destroem jovens vidas,
a mulher santa abraça e abençoa,
os dois jovens trocam carícias,
os preços..........
Sonia Guzzi
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